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PT e PSOL se alinham nacionalmente e desalinham em Sergipe

Guilherme Boulos, principal nome nacional do PSOL, e Lula (PT) se alinharam visando as eleições presidenciais. Boulos recuou da disputa pelo Governo de São Paulo em acordo com Lula (PT), quando pontuava bem nas pesquisas. Ele disputará vaga na Câmara Federal em 2022 e, em 2024, terá apoio incondicional do ex-presidente para a Prefeitura de São Paulo. No entanto, em Sergipe, a sigla parece que não seguirá o mesmo caminho e caminha para candidatura marjoritária própria.

O Psol conquistou resultados superiores ao do PT em Aracaju nas últimas eleições. Rogério Carvalho (PT) obteve menos votos que Henri Clay Andrade (PSOL) para o senado em Aracaju, nas eleições de 2018. Em 2020, os candidatos do PSOL também obtiveram mais votos que os petistas.

Com esse cenário de fortalecimento dos pesolistas na capital, que tiveram a vereadora mais votada em 2020, Linda Brasil, e ainda receberam a filiação, recentemente, do único deputado do PT na Alese, Iran Barbosa, Rogério teme o lançamento de chapa marjoritária própria do PSOL em Sergipe.

Membros do partido debateram, segundo uma fonte filiado ao PSOL, a possibilidade de chapa própria com Henri Clay para o governo ou ele mantendo-se na possível disputa pelo senado. Iran Barbosa também foi cogitado na chapa majoritária.

No entanto, apesar de ganhar força nos bastidores do partido a candidatura própria, Boulos deseja ter Henri Clay como o senador de Rogério e Iran na busca pela reeleição. As definições deverão ocorrer ao final do mês de abril.

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