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Pressão sobre lideranças “em cima do muro” teria sido estratégia por trás de vazamento de palanques de Flávio, aponta revista

Ganhou grande repercussão hoje o vazamento das anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro sobre os palanques do PL nos estados para as eleições de 2026. E segundo informações da Revista Realce, uma fonte ligada à nacional do partido afirmou que o episódio teria sido utilizado como instrumento para forçar posicionamentos de lideranças que ainda evitam assumir lado para o pleito deste ano.

Segundo a publicação, o desenho político ventilado nos bastidores inclui a tentativa do grupo bolsonarista de consolidar uma chapa competitiva em Sergipe, com o deputado Rodrigo Valadares e o nome de Coronel Rocha para o Senado, além do vice-prefeito Ricardo Marques como alternativa ao Governo do Estado. O movimento, ainda conforme a leitura feita por interlocutores, deixaria de fora nomes que vinham sendo cotados anteriormente em outros campos da direita.

Mesmo assim, segundo as informações da revista, a tendência dentro do grupo seria manter canais abertos de diálogo, especialmente com a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa.

A aposta de aliados é que ainda há espaço para construção de entendimento que evite um racha definitivo no campo conservador sergipano.

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