Na última quinta-feira, 20, foi divulgado o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2023, que traz um apanhado de informações referentes à criminalidade em todo país. O 17º Anuário pode ser conferido NESTE LINK.
Dentre os dados apresentados está a taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVI), por capital de cada estado, referente tanto a 2021, como a 2022 e a capital sergipana está entre as dez com a maior taxa.
A capital do Amapá, Macapá lidera a lista, com 70 homicídios a cada 100 mil habitantes (2022). São Paulo (SP) aparece na última colocação:
CONFIRA LISTA, REFERENTE AO ANO PASSADO, POR ORDEM:
-Macapá – 70 mortes por 100 mil habitantes;
-Salvador — 66 mortes por 100 mil habitantes;
-Manaus — 53,4 mortes por 100 mil habitantes;
-Porto Velho — 42,1 mortes por 100 mil habitantes;
-Teresina — 41,3 mortes por 100 mil habitantes;
-Maceió — 40,5 mortes por 100 mil habitantes;
-Aracaju – 38,2 mortes por 100 mil habitantes;
-Recife — 36,3 mortes por 100 mil habitantes;
-Fortaleza — 35,9 mortes por 100 mil habitantes;
-Natal — 34,7 mortes por 100 mil habitantes;
-Palmas — 33 mortes por 100 mil habitantes;
-Porto Alegre — 30 mortes por 100 mil habitantes;
-Vitória — 26,9 mortes por 100 mil habitantes;
-Boa Vista — 26,6 mortes por 100 mil habitantes;
-Rio Branco — 26,3 mortes por 100 mil habitantes;
-Belém — 25,9 mortes por 100 mil habitantes;
-São Luís — 23,2 mortes por 100 mil habitantes;
-Curitiba — 22,4 mortes por 100 mil habitantes;
-João Pessoa — 22,2 mortes por 100 mil habitantes;
-Rio de Janeiro — 21,2 mortes por 100 mil habitantes;
-Campo Grande — 17,0 mortes por 100 mil habitantes;
-Goiânia — 16,7 mortes por 100 mil habitantes;
-Belo Horizonte — 14,5 mortes por 100 mil habitantes;
-Cuiabá — 14,1 mortes por 100 mil habitantes;
-Distrito Federal — 11,3 mortes por 100 mil habitantes;
-Florianópolis — 9,9 mortes por 100 mil habitantes;
-São Paulo — 7,3 mortes por 100 mil habitantes.
De acordo com o Anuário, a categoria Mortes Violentas Intencionais (MVI) corresponde à soma das vítimas de homicídio doloso (incluindo os feminicídios), latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora.
O Anuário, feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública leva em conta os dados divulgados pelas secretarias de segurança pública, polícias civis e IBGE.
Imagem ilustrativa/arquivo Web
Fonte: Itnet

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