A gestão alega que enviou ao Legislativo dois projetos de lei que pretendem obter suplementação orçamentária, mas logo foram rejeitados
Os vereadores de oposição em Cristinápolis Placa, Landinho, Zedinho, João Flavinha, Elielma e Ícaro Hora, votaram contra, mais uma vez, nesta terça-feira, 14, ao projeto de lei de autoria do Executivo que garantiria o início do ano letivo da Rede Municipal de Ensino.
Isso porque, com as aulas previstas, outrora, para iniciar no dia 6 de março, a Prefeitura de Cristinápolis segue enfrentando uma resistência dos parlamentares perante os problemas orçamentários no município que impedem o retorno, considerando que os saldos estão abaixo do que é preciso para empenhar os contratos relacionados ao Programa de Apoio ao Transporte Escolar.
A gestão alega que enviou à Câmara de Vereadores dois projetos que pretendem obter suplementação orçamentária necessária para a resolução do problema.
No entanto, o primeiro foi reprovado, já que a maioria do parlamento alega que a proposta carecia de mais detalhes para uma possível aprovação. Porém, mesmo com as devidas alterações, mais uma vez, o projeto foi rejeitado.
“A administração municipal ressalta que possui saldo financeiro em conta, no entanto, somente com a aprovação do projeto em questão seria possível o retorno das aulas, pois o saldo orçamentário é insuficiente”, frisou a gestão.
A expectativa da Secretaria Municipal de Educação é de que as aulas retornem no dia 20 ou 27 de março. Entretanto, o retorno depende da aprovação do remanejamento orçamentário pela Câmara.

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