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De caminhoneiro a deputado federal: Conheça a história de vida de Bosco Costa

Classificado como um dos 150 melhores parlamentares do congresso, a trajetória de Bosco foi marcada pela dedicação e investimento no estado. De secretário de obras de Moita Bonita a deputado federal, Bosco enfrentou adversários, propostas anti-éticas e risco de morte até se tornar um dos grandes nomes da política sergipana.

Ao longo de dois mandatos na Alese e outros dois no Congresso Nacional, o deputado, junto com sua bancada, conseguiu aprovar uma série de recursos para o estado. Dentre eles, destinou R$ 120 milhões para o Hospital do Câncer de Lagarto, conquistou a primeira duplicação no Nordeste da BR 101, aprovou R$ 30 milhões para retomar obra da rodovia entre Laranjeiras e Carmópolis, disponibilizou cerca de R$ 50 milhões para pavimentação asfáltica, habitação, saúde e maquinário do município de Itabaiana.

Entre 1989 e 1992, foi prefeito de Moita Bonita, onde atuou como secretário de obras por seis anos. Já em 1994, quando se lançou na disputa para deputado estadual pelo PPR, foi motivo de chacota para os figurões do estado. Contrariando as expectativas, Bosco foi eleito como o sexto candidato mais votado da disputa.

Em 1998, foi reeleito como deputado estadual. Durante os dois mandatos, presidiu as comissões de Economia, Finanças e Orçamento, além da Comissão Interestadual Parlamentar para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Rio São Francisco. Também participou das comissões de Agricultura e Meio Ambiente, de Constituição e Justiça, de Higiene e Assistência Social, dentre outras atuações.

Eleito como o deputado mais votado de Sergipe em 2002, com cerca de 71, 6 mil votos, integrou a Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, que caçava mandatos de deputados envolvidos no esquema do Mensalão. Foi escolhido por sua conduta íntegra ao recusar proposta de um dos colegas para fazer parte do esquema. No mesmo ano, foi chamado para presidir CPI que investigava grupos de extermínio no Nordeste. O deputado aceitou a proposta, ainda que o cargo colocasse sua vida em perigo.

Já em 2006, foi indicado para ser um dos relatores dos processos contra 67 deputados acusados de envolvimento na compra irregular de ambulâncias, conhecido como “escândalo das sanguessugas”. Chegou a presidir o PSDB sergipano, mas deixou a sigla para apoiar a campanha de Marcelo Déda rumo ao governo do estado.

De 2010 a 2014, Bosco se candidatou para a Câmara Federal, embora não tenha obtido êxito. Após mais dez anos afastado das disputas políticas, foi novamente eleito deputado em 2018. Neste ano, segue para mais uma disputa rumo ao Congresso Nacional.

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